Rota Seguros: Corretora de Planos de Saúde e Planos Odontológicos empresariais e individuais em Belo Horizonte e principais cidades de Minas Gerais. Somos parceiros dos principais planos do mercado, Bradesco Saúde, Odontoprev, Promed, Unimed, Só Saúde, Samp, São Bernardo Saúde etc...
De acordo com levantamento realizado pela Aon Consulting, entre novembro de 2008 e fevereiro de 2009, o gasto médio mensal por usuário de plano de saúde passou de R$ 103,42 para R$ 118,48, se comparado ao intervalo compreendido entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008.
Isso acontece porque, diz a pesquisa, com medo de perder o emprego e, em consequência, os planos, mais usuários estariam utilizando os serviços de suas operadoras.
“Observamos o incremento da sinistralidade em momentos de crise, em virtude de dois motivos principais. Ocorrem um aumento de estresse, por medo de demissões, o que motiva o aparecimento de outras doenças, e um crescimento de cirurgias e tratamentos eletivos. Muitos funcionários e seus dependentes antecipam procedimentos que estavam sendo postergados, com receio do desemprego”, destaca o vice-presidente da Aon, Marcelo Munerato de Almeida.
Nos períodos analisados, o número de exames aumentou cerca de 9,3%, enquanto o de consultas médicas cresceu 8,6%, sendo que, se forem levados em consideração apenas os titulares dos planos, a quantidade de consultas apresentou acréscimo de 12,9%. Diante disso, a consultoria estima que a sinistralidade aumente de 6% para 12% nos próximos 12 meses nos planos de saúde corporativos.
Custos médicos
Apesar do cenário nada animador, a diretora-executiva da Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), Solange Beatriz Palheiro Mendes, não acredita que o aumento na demanda influencie os preços dos seguros para o consumidor.
“Não vai haver aumento de preços por conta da elevação da demanda. Agora, o que pode, sim, impactar os preços para o consumidor é a variação dos custos médicos, que, geralmente, é superior à inflação”, diz.
A diretora comentou ainda que os custos dos planos de saúde já são elevados, se comparados à renda da população. Dessa forma, diz ela, um reajuste de preços, por conta de aumento na demanda, tornaria o negócio inviável.
Fonte: DZAI
Nota: Diz a diretoria da Fenasaúde que não acredita que o custo irá aumentar, só que os custos dos planos de saúde já estão aumentando, além disso tudo, o reajuste dos planos de saúde empresariais é por sinistralidade, quando houver renovação do contrato, as empresa terão dificuldades de negociar o reajuste, devido o alto indice de sinistralidade.