Comunicação que gera credibilidade: 5 dicas de português para o corretor se destacar

No mercado de seguros e planos de saúde, a comunicação é uma das principais ferramentas de trabalho do corretor. Uma mensagem mal escrita pode gerar ruído, prejudicar a imagem profissional e até comprometer uma negociação.

Por isso, dominar regras básicas da língua portuguesa não é apenas uma questão gramatical — é uma estratégia de posicionamento.

Neste compilado de março, reunimos 5 dúvidas comuns de português que fazem toda a diferença no dia a dia comercial.

1. Para mim ou para eu

1. Para mim ou para eu?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes.

? Use “para mim” quando não houver verbo na sequência.
Exemplo:
“Esse plano é ideal para mim.”

? Use “para eu” quando vier antes de um verbo no infinitivo.
Exemplo:
“Esse plano é importante para eu analisar com calma.”

Regra prática: se depois vier um verbo (analisar, fazer, estudar, revisar), o correto geralmente será “para eu”.

2. De novo ou denovo?

A forma correta é de novo, sempre separado.

? Denovo
? De novo

Exemplo correto:
“Vou explicar de novo os benefícios do plano.”

“Denovo” não existe na norma culta da língua portuguesa. Em comunicações profissionais, esse tipo de erro pode comprometer a imagem do corretor.

2. De novo ou denovo

3. Aja ou Haja?

Embora tenham sons parecidos, possuem significados totalmente diferentes.

? Aja vem do verbo agir.
Exemplo:
“É importante que você aja com transparência.

? Haja vem do verbo haver.
Exemplo:
“Espero que haja disponibilidade na rede credenciada.”

Se a ideia for de atitude ou comportamento, use “aja”.
Se indicar existência, use “haja”.

4. Evite abreviações

No ambiente informal, abreviações como “vc”, “pq” ou “tbm” são comuns. No entanto, no contexto profissional, elas podem causar dois problemas:

  • Nem todo cliente entende siglas ou encurtamentos
  • Podem transmitir falta de formalidade ou profissionalismo

A comunicação do corretor deve transmitir clareza, segurança e credibilidade. Escrever corretamente demonstra cuidado e respeito com o cliente.

Uma mensagem bem estruturada passa mais confiança do que um texto cheio de abreviações.

4. Evite abreviações

5. “Faz dois anos” ou “Fazem dois anos”?

O correto é:
? Faz dois anos que ele contratou o plano.

Quando o verbo “fazer” indica tempo decorrido, ele é impessoal — ou seja, não vai para o plural.

Outros exemplos corretos:
“Faz três meses que iniciamos a parceria.”
“Faz cinco anos que atuo no mercado.”

Mesmo que o complemento esteja no plural (“dois anos”), o verbo permanece no singular.

Comunicação correta é diferencial competitivo!

No dia a dia da corretagem, grande parte das negociações acontece por mensagem, e-mail ou redes sociais. Por isso, escrever bem é um diferencial competitivo.

Uma comunicação clara:

  • Evita interpretações equivocadas
  • Transmite autoridade
  • Fortalece a imagem profissional
  • Gera mais confiança no processo de venda
  • Pequenos ajustes na escrita podem representar grandes ganhos em credibilidade.

Comunicação correta é diferencial competitivo!

Profissionalismo também está nos detalhes!

O corretor que se preocupa com a forma como se comunica demonstra preparo e comprometimento. E no mercado de saúde e proteção, confiança é tudo.

Cuidar do português é cuidar da própria imagem. E uma imagem forte abre portas, fortalece relacionamentos e contribui diretamente para melhores resultados.

Que essas dicas façam parte da sua rotina e ajudem a elevar ainda mais o seu posicionamento profissional.

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