Quando o assunto é plano de saúde, uma das dúvidas mais comuns entre os beneficiários está relacionada aos reajustes. Afinal, por que o valor da mensalidade aumenta? Quais são os tipos de reajustes existentes? Eles são legais?
Entender como funcionam os tipos de reajustes do plano de saúde é essencial para se planejar financeiramente, evitar surpresas no orçamento e até identificar possíveis cobranças indevidas. Neste artigo institucional, você confere informações claras, atualizadas e explicadas de forma simples.

O que é o reajuste do plano de saúde?
O reajuste do plano de saúde é a atualização do valor da mensalidade, aplicada para garantir o equilíbrio financeiro do contrato e a continuidade dos serviços oferecidos. Os custos com saúde aumentam ao longo do tempo devido a fatores como avanços tecnológicos, novos tratamentos, aumento da frequência de uso e inflação do setor.
Por isso, os reajustes não são aleatórios: eles seguem regras específicas, definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelos contratos firmados entre operadoras e beneficiários.

Quais são os principais tipos de reajustes do plano de saúde?
Existem três tipos de reajustes do plano de saúde mais comuns no Brasil. Cada um tem uma finalidade específica e regras próprias.
Reajuste anual
O reajuste anual é aplicado uma vez por ano e tem como objetivo corrigir o valor do plano de saúde de acordo com o aumento dos custos médicos e hospitalares.
Como funciona?
- Para planos individuais ou familiares, o percentual máximo é definido pela ANS.
- Para planos coletivos (empresariais ou por adesão), o reajuste é negociado entre a operadora e a empresa ou administradora do contrato.
Esse reajuste considera fatores como:
- Aumento do custo de exames, consultas e internações
- Incorporação de novas tecnologias e tratamentos
- Inflação do setor de saúde
É importante destacar que o reajuste anual não pode ser aplicado de forma arbitrária e deve respeitar o período contratual.
Reajuste por faixa etária
O reajuste por faixa etária ocorre quando o beneficiário muda de idade dentro das faixas previstas em contrato. Esse tipo de reajuste reflete o aumento do risco e da utilização dos serviços de saúde ao longo da vida.
O que diz a regra?
- A ANS permite reajustes por faixa etária até os 59 anos
- Após essa idade, não pode haver novo reajuste por idade
- O contrato deve informar claramente todas as faixas e percentuais
Esse é um dos tipos de reajustes do plano de saúde que mais geram dúvidas e questionamentos, principalmente quando não estão bem explicados no momento da contratação.
Reajuste por sinistralidade
O reajuste por sinistralidade está relacionado ao uso do plano de saúde. Ele é mais comum em planos coletivos.
O que é sinistralidade?
Sinistralidade é a relação entre:
- O valor arrecadado com as mensalidades
- E o valor gasto com consultas, exames, internações e tratamentos
Quando os custos ultrapassam o que foi arrecadado, a operadora pode aplicar um reajuste para manter o equilíbrio do contrato.
Esse tipo de reajuste deve ser justificado e transparente, com apresentação de dados que comprovem o aumento dos custos.
Qual a diferença entre planos individuais e coletivos nos reajustes?
Entender a diferença entre planos individuais e coletivos é fundamental para evitar surpresas no valor da mensalidade ao longo do tempo. Nos planos individuais ou familiares, o reajuste anual é regulado e limitado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o que garante mais previsibilidade e segurança para o consumidor, já que existe um percentual máximo autorizado a cada ano.
Já nos planos coletivos, sejam eles empresariais ou por adesão, não há um teto de reajuste definido pela ANS. Nesses casos, os percentuais são negociados entre a operadora e a pessoa jurídica ou administradora do contrato, podendo resultar em aumentos mais elevados, especialmente quando há alta sinistralidade ou crescimento significativo dos custos assistenciais.
Como saber se o reajuste do plano de saúde é correto?
Para saber se o reajuste aplicado ao plano de saúde está correto, o beneficiário precisa, antes de tudo, entender qual é o tipo de plano contratado e quais regras se aplicam a ele. A leitura atenta do contrato é um passo fundamental, pois é ali que constam os critérios de reajuste, os períodos de aplicação e as condições previstas.
Também é importante verificar se o percentual aplicado está de acordo com as normas da ANS, especialmente no caso dos planos individuais ou familiares. Quando houver dúvidas, o beneficiário pode solicitar explicações formais à operadora ou à administradora do plano, que deve apresentar as justificativas e os cálculos utilizados.
Por que entender os tipos de reajustes?
Compreender os tipos de reajustes do plano de saúde permite um planejamento financeiro mais eficiente e consciente. Quando o consumidor entende como e quando os reajustes podem ocorrer, fica mais fácil organizar o orçamento e evitar impactos inesperados nas despesas mensais.
Além disso, esse conhecimento facilita a comparação entre diferentes planos, ajudando na escolha de uma opção mais adequada às necessidades pessoais, familiares ou empresariais. Entender os reajustes também contribui para decisões mais seguras e informadas, fortalecendo uma relação mais equilibrada entre beneficiários e operadoras, baseada em transparência e informação.
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