Respirar é algo automático até que deixa de ser simples.
Uma crise de asma no meio da madrugada. Uma pneumonia que começa como “só uma gripe”. Uma criança com bronquiolite precisando de internação. As patologias respiratórias estão entre as principais causas de atendimentos médicos no Brasil, especialmente nos períodos mais frios e secos do ano.
Mas quando o assunto é plano de saúde, surge a dúvida: essas patologias costumam ter cobertura?
A resposta, na maioria dos casos, é sim. Mas existem regras importantes que você precisa conhecer.

Quais patologias respiratórias costumam ser cobertas?
De acordo com o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos regulamentados devem oferecer cobertura para diagnóstico, consultas, exames e tratamentos de patologias respiratórias reconhecidas pela Classificação Internacional de Doenças (CID).
Entre as mais comuns estão:
- Asma
- Bronquite
- Pneumonia
- Sinusite
- Rinite alérgica
- Influenza (gripe)
- COVID-19
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Isso inclui consultas com clínico geral ou pneumologista, exames como raio-X, tomografia, exames laboratoriais e, quando necessário, internação hospitalar. Ou seja: se a patologia estiver dentro das coberturas previstas no contrato e no rol da ANS, o atendimento deve ser garantido.
E em casos de urgência e emergência?
Se houver risco imediato à vida ou agravamento do quadro, como insuficiência respiratória ou crises graves, o atendimento é considerado de urgência ou emergência.
Nesses casos, mesmo que o paciente esteja em período de carência, a lei garante cobertura após 24 horas da contratação do plano para situações emergenciais.
Isso é especialmente relevante em quadros respiratórios, que podem evoluir rapidamente.

Existe carência para doenças respiratórias?
Depende.
Se a doença não for preexistente, aplicam-se os prazos normais de carência previstos em contrato, que geralmente são:
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24 horas para urgência e emergência
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30 dias para consultas simples
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180 dias para internações e procedimentos mais complexos
Já nos casos de doença preexistente (quando o paciente já sabia do diagnóstico antes da contratação), pode haver Cobertura Parcial Temporária (CPT) por até 24 meses para procedimentos de alta complexidade relacionados àquela condição.
Por isso, declarar corretamente o histórico de saúde é fundamental.
Tratamentos contínuos também são cobertos?
Em grande parte dos casos, sim. As patologias respiratórias crônicas, como asma ou DPOC, costumam exigir acompanhamento contínuo, uso de medicações e, às vezes, fisioterapia respiratória.
A cobertura dependerá do tipo de plano contratado (ambulatorial, hospitalar ou referência), mas o acompanhamento médico e exames de controle geralmente estão incluídos.
É importante verificar:
-
Se o plano cobre apenas atendimento ambulatorial ou também internação
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Se há rede credenciada com pneumologistas
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Se há cobertura para terapias complementares indicadas pelo médico
Como escolher um plano pensando na saúde respiratória?
Se você ou alguém da sua família tem histórico de problemas respiratórios, é importante avaliar alguns pontos antes de contratar. Contar com a orientação de uma corretora especializada, como a Rota Seguros, pode ajudar na escolha mais adequada às suas necessidades e ao seu perfil.
Considere:
- Planos com cobertura hospitalar + ambulatorial
- Rede credenciada com especialistas
- Abrangência regional ou nacional, dependendo da sua rotina
- Facilidade para marcação de consultas e exames
Com o suporte da Rota, é possível comparar opções, entender as regras contratuais e escolher com mais segurança. Mais do que pensar apenas no presente, é uma forma de se preparar para imprevistos com informação e tranquilidade.

Por que as patologias respiratórias merecem atenção?
Segundo dados do Ministério da Saúde, as doenças respiratórias estão entre as principais causas de internação hospitalar no Brasil, especialmente em crianças e idosos.
Além disso, fatores como poluição, mudanças climáticas, queimadas e baixa umidade do ar contribuem diretamente para o aumento dos casos.
Ter acesso rápido a atendimento médico pode evitar complicações e reduzir riscos.
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