As doenças respiratórias estão entre as principais causas de consultas médicas e internações no Brasil, especialmente em períodos de variação climática. Oscilações bruscas de temperatura, ar seco, ambientes fechados e aumento da circulação de vírus tornam as vias respiratórias mais vulneráveis, favorecendo desde quadros leves — como resfriados — até infecções graves, como pneumonia ou crises de asma.
Embora sejam comuns, muitas dessas doenças podem ser prevenidas com hábitos saudáveis, atenção aos sinais de alerta e acompanhamento médico adequado. Entender como elas surgem e como agir diante dos primeiros sintomas é fundamental para proteger sua saúde e a de quem convive com você.

O que são doenças respiratórias?
As doenças respiratórias englobam condições que afetam o nariz, garganta, brônquios e pulmões. Elas podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos, alergias ou fatores ambientais. Em crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa, o risco de complicações é maior, tornando a prevenção ainda mais importante.
Entre as doenças mais comuns estão sinusite, bronquite, bronquiolite, gripe, resfriado, Covid-19, pneumonia, asma e rinite alérgica. Muitas delas compartilham sintomas iniciais semelhantes, como tosse, espirros, congestão nasal e febre — o que reforça a importância do diagnóstico preciso.
Por que as doenças respiratórias aumentam em determinadas épocas?
A mudança de temperatura é um dos principais fatores desencadeadores. No frio, as pessoas tendem a permanecer em ambientes fechados, facilitando a circulação de vírus. Já em períodos de clima quente e seco, as vias respiratórias ficam mais irritadas e sensíveis, aumentando o risco de inflamações.
Além disso, mudanças bruscas de clima e exposição a poluentes, poeira e fumaça contribuem para o desencadeamento de doenças alérgicas, que podem evoluir para quadros mais sérios se não forem tratadas adequadamente.

Sintomas que merecem atenção
Os sintomas variam conforme a doença e a intensidade da infecção, mas alguns sinais são comuns e merecem atenção, especialmente quando persistem por mais de alguns dias. Tosse contínua, dor no peito, chiado no peito, cansaço excessivo, febre prolongada, dificuldade para respirar e secreção nasal espessa são indícios de que o corpo está enfrentando uma infecção mais significativa.
Em crianças pequenas, atenção a irritabilidade, recusa alimentar, respiração rápida e ruídos ao respirar. Já em idosos, sonolência excessiva, confusão mental e queda no estado geral são sinais de alerta.
Como prevenir doenças respiratórias ao longo do ano?
- Higienizar as mãos com frequência
- Manter os ambientes ventilados
- Hidratar-se adequadamente
- Evitar aglomerações em períodos de surtos virais
- Manter vacinações em dia
- Cuidar da saúde do nariz com lavagem nasal
- Evitar exposição à fumaça, poeira e poluição
- Praticar atividade física regularmente
Doenças respiratórias em crianças: por que exigir mais atenção?
As vias aéreas infantis são mais estreitas e sensíveis, o que facilita a evolução para quadros graves. O mundo escolar e o contato frequente com outras crianças também aumentam a exposição a vírus. Por isso, manter acompanhamento pediátrico, vacinação em dia e observar sinais como dificuldade para respirar, chiado e recusa alimentar é essencial.
A bronquiolite, muito comum em bebês, é um exemplo de infecção que começa com sintomas leves e pode evoluir rapidamente. A atenção imediata aos primeiros sinais é determinante para evitar complicações.

Adultos e idosos: riscos diferentes, cuidados semelhantes
Nos adultos, as doenças respiratórias costumam ser intensificadas por fatores como estresse, tabagismo e exposição a ambientes fechados. Já em idosos, o sistema imunológico mais fragilizado aumenta o risco de pneumonia e outras complicações.
Para ambos os grupos, manter acompanhamento médico e hábitos de vida saudáveis melhora a capacidade pulmonar e fortalece as defesas naturais do corpo.
Quando procurar atendimento médico?
Alguns sinais exigem atenção imediata: febre alta persistente, falta de ar, chiado intenso, dor ao respirar, confusão mental, desidratação, lábios arroxeados ou piora progressiva do quadro. Esses sintomas podem indicar infecções sérias e demandam avaliação profissional com urgência.
O diagnóstico precoce orienta o tratamento correto, reduz o tempo de recuperação e evita complicações que poderiam ser prevenidas com acompanhamento adequado.

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A saúde respiratória depende de prevenção, acompanhamento contínuo e acesso a profissionais qualificados. Um plano de saúde adequado facilita esse cuidado, garantindo consultas, exames e suporte quando surgem sintomas inesperados.
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